Estou fazendo algo que o brasileiro quis, afirma o presidente Bolsonaro após publicar decreto sobre o uso de armas e munições, importações e fim de monopólio

07/05/19 - O presidente Jair Bolsonaro falou nesta terça-feira (7) sobre o decreto que assinou sobre o uso armas e munições no Brasil. Ele disse que o texto prevê a quebra do monopólio no Brasil, da empresa Taurus. O texto do decreto ainda não foi divulgado. 


— Nós quebramos também o monopólio, isso entra em vigor daqui a 30 dias. Já conversei com o Paulo Guedes para ver as taxações para não prejudicar a empresa interna do Brasil.

Bolsonaro disse ainda que a importação de armas e munições, proibida até hoje, será regulamentada, "com abertura do mercado para importação de armas e munições, permitindo a livre iniciativa, estimulando a concorrência, premiando a qualidade e a segurança, bem como a liberdade econômica". 

O decreto também prevê aumento do número de munições e possibilidade de portar armas em mais locais do que a lei anterior (apenas em residências). Fonte: R7.

— [O texto] são tópicos: quem tem posse de arma podia comprar até 50 cartuchos por ano e estou passando para 1000. O produtor rural vai usar arma de fogo em toda a sua propriedade e não somente na sede. O CAC [colecionador] poderá ir e voltar do local de tiro com arma municiada. 

O presidente ressaltou que o decreto não é para atender a uma política de Segurança Pública, mas o cumprimento do que ficou estabelecido após o referendo do desarmamento.

— Estou fazendo algo que o brasileiro quis, de acordo com o referendo de 2005.

Imagens encaminhadas por Fragozo, via Whatsapp







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Por Dennis Guerra