Novo comandante da Guarda é réu por desvio de dinheiro, afirma a Folha De S.Paulo

23/03/18 - Atualizado com entrevista concedida ao SPTV (Publicação original em 21/03/18) Segundo Procuradoria, Carlos Braga atuou em desvio de mais de R$ 200 mil de recursos públicos. Nomeado no mês passado comandante geral da Guarda Civil Metropolitana pela gestão João Doria (PSDB), Carlos Alexandre Braga é réu sob a acusação de desvio de dinheiro público e falsificação e uso de documento público falso.

O inspetor responde também por improbidade administrativa. Ele é acusado pelo Ministério Público Federal de ter participado de esquema de desvio de mais de R$ 200 mil Reais em verbas federais por meio de convênio fraudulento entre a associação que ele presidia e a Prefeitura de Paraguaçu Paulista (422 Km de São Paulo). Fonte: Folha De S.PauloPara saber mais clique AQUI.



"Não existe nenhuma decisão judicial condenatória que impeça Braga de exercer funções públicas", diz nota da SMSU.

A Secretaria Municipal de Segurança Urbana informa que os fatos narrados ocorreram há mais de uma década atrás, não foi nesta gestão e sequer neste Município. O processo judicial ainda se encontra em primeira instância e não há  sentença condenatória, portanto, até o momento o que há é a capacidade profissional do servidor em cumprir suas funções. O Comandante Geral  da Guarda Civil Metropolitana Inspetor Carlos Alexandre Braga, é devidamente cadastrado no sítio Ficha Limpa, além de apresentar histórico profissional repleto de honrarias e ações dedicadas ao combate à criminalidade conforme segue: Secretário Municipal de Cosmópolis, Presidente do Conselho nacional das Guardas Municipais, na Guarda Civil Metropolitana exerceu as funções de Comandante Regional, Operacional, Superintendente e Subcomandante. Formação acadêmica: Mestre em Segurança Pública, Cursos e várias forças policiais dos EUA, incluindo especialização na SWAT e autor do livro “Guardas Municipais”. Nota da SMSU.




E mais: Manifestantes da CUT/MST ocuparam um prédio em Minas, o comandante do choque chegou e falou: "Vocês estão todos presos, mas quem tiver carteira de trabalho eu libero"

O Lula foi expulso pela população de Bagé, onde participaram muitos agricultores. A Folha De S.Paulo disse, em matéria tendenciosa, que eram eleitores de Bolsonaro. Não seriam apenas cidadãos cansados de perderem a sua propriedade? Saiba mais em OCDGN - Facebook.








Resta uma pergunta

A quem interessaria criar instabilidade com esta denúncia
Folha De S.Paulo, logo quando o citado busca estreitar relações com outras esferas do Poder Executivo?


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Por Dennis Guerra