07 março 2018

A Mulher na Segurança Pública - Por Erika Genaro

07/03/18 (Postagem original em 08/03/17): Em 2017 publicamos esta interessante análise sobre o papel da mulher na Segurança Pública. Hoje retornamos a dar destaque ao texto como forma de dar prestígio àquelas que exercem papel fundamental neste cenário.

Considerando o dia da mulher, publico um texto para que façamos uma reflexão de quem são as mulheres que trabalham na segurança pública e como ela é vista socialmente. 




Por Erika Genaro: Este texto é parte do TCC que apresentei como uns dos itens para aprovação no curso de pós-graduação na UNIFESP no ano de 2016, o título foi: Gênero - As Mulheres na Segurança Pública uma análise da Construção Social e das relações de Poder. Qualquer reprodução deste texto, total ou parcial, deve constar a referência. Desejo que goste. Escrito por Erika do Nascimento Genaro.



Sem sombra de dúvidas, as mulheres não apenas conquistaram o seu espaço, como vem demonstrando cada vez mais a sua importância na Segurança Pública. 

GÊNERO - As mulheres na Segurança Pública / Uma análise da construção sociale das relações de poder

Foto: Erika Genaro / Arquivo pessoal.

A inserção das mulheres na segurança pública iniciou na década de 50, Brasil (2013), a ideia de inserir mulheres na atividade policial seguiu de uma tendência que acontecia em países da Europa e nos Estados Unidos da América, assim o governador de São Paulo na época, Jânio da Silva Quadros, solicitou ao diretor da escola de polícia Dr. Walter Faria Pereira de Queiroz estudar a criação de uma polícia feminina em São Paulo. Aos doze dias do mês de maio de mil novecentos e cinquenta e cinco foi publicado o decreto nº 24.548 dando início ao “Corpo de Policiamento Especial Feminino” da Guarda Civil de São Paulo, comandado pela Dr.ª Hilda Macedo. 

Pioneira no Brasil foi atribuída missões, que no entendimento à época “melhor se ajustavam ao trabalho feminino”, atendendo as necessidades sociais na proteção de mulheres e jovens. Nos primeiros anos a atuação do grupamento destacou-se nos postos fixos em ações preventivas em estações de trens, aeroportos e com o apoio a outros órgãos em setores de atendimentos. Com a filosofia de não usa arma e nem patrulhamento ostensivo.



...as características próprias do trabalho policial levaram a que a incorporação da mulher se desse numa perspectiva funcional, para desempenhar atividades relacionadas com as problemáticas sociais, de ajuda a outras mulheres, crianças e idosos. Subjacente havia a convicção que a mulher policial ter uma relação estreita e especial com a comunidade, com papel protetor. Donadio (2009, apud Brasil; 2013 pg 17).


Em quinze de janeiro de mil novecentos e cinquenta e nove foi publicada a lei Nº5235 que cria o regulamento da Polícia Feminina, com descrição de atribuição dos cargos e estabelece os cargos de chefia. Para saber mais clique AQUI. Fonte: Blog Erika Genaro... E Ponto!







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