22 novembro 2017

Representantes dos Direitos Humanos metem o rabo entre as pernas e saem de fininho

22/11/17 - Dificilmente alguma matéria relacionada aos que se dizem defensores dos Direitos Humanos são digeríveis. Normalmente é o contrário: são tão recheadas de hipocrisias e defesa do habitual vitimismo que chegam a dar náuseas. Bem ao contrário do exemplo abaixo. Veja também: Desocupado tem o aparelho celular roubado durante confronto

Defensores dos Direitos Humanos perdem cargos após recomendação contra o policiamento da Guarda Municipal de Curitiba (PR). Para saber mais clique AQUI. Fonte: ADGC.

Veja alguns trechos:

“Afigura-se, no mínimo despropositada, ao passo que, em tempos de crise e do aumento da criminalidade, pretender suprimir a atuação congênere de corpo municipal, que bem desempenha a sua missão e torna Curitiba um local mais seguro”. Deputado Federal Fernando Francischini (SD).



"... A resposta da Secretaria Municipal de Defesa Social, assinada pelo secretário Guilherme Rangel, afirma que a atuação da Guarda Municipal se baseia na Lei Federal 13022/2014, que dispõe sobre o Estatuto Geral das Guardas Municipais. A lei diz que são competências das guardas municipais atuar, preventiva e permanentemente, para a proteção sistêmica da população que utiliza os bens, serviços e instalações municipais e colaborar, de forma integrada com os órgãos de segurança pública, em ações conjuntas que contribuam com a paz social..."

"... O NUCIDH também recebeu uma nota de repúdio conjunta de conselhos de segurança de bairros de Curitiba. O texto afirma que a Guarda Municipal faz um trabalho “irrepreensível” na cidade. Defensoria avalia os próximos passos..."

Isso significa - em outras palavras - que por enquanto eles enfiaram o rabo entre as pernas, mas logo aparecerão para tentar manter o seu velho e habitual establishment de hipocrisias e meias verdades.

Enquanto isso, tal establishment cria diversas outras atrocidades, como o policial militar que será investigado pela corregedoria da Polícia Militar do Estado de São Paulo. O sargento que atua na Zona Leste da capital reagiu a roubo em farmácia no interior. Ele levava no colo filho pequeno e atingiu dois suspeitos armados. Veja ainda: Ideia Legislativa - Fim da Audiência de Custódia

A verdade é uma só: as corregedorias só existem por uma imposição da sociedade organizada. E elas agem para dar uma resposta à esta mesma sociedade. Se o policial tivesse sido assassinado, deixando esposa e filho(s) sem amparo, quantos hipócritas iriam se mobilizar para cobrar uma atitude da corporação?

No final, quem colocou o filho do policial - assim como a nós todos em risco - foram aqueles que continuam a fomentar este maldito discurso que tenta classificar todo vagabundo como vítima da sociedade. O policial deveria ser homenageado pela técnica e coragem. Coisa que muitos aí - vociferando merda - não teriam! 







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