Meritocracia e Antiguidade - Ponto de Equilíbrio

Nas organizações, o equilíbrio entre ambos deveria ser o ponto crucial para a tomada de decisão.

05/02/17 - Por Dennis Guerra: O tema acima, tão complexo e tão atual, trata da forma como decisões são tomadas sobre um dos critérios, e isso pode gerar resultados contraditórios.


O exemplo foi passado, via Whatsapp, pelo subscritor do grupo francês intitulado De Parler Des Troupes - algo como Fala da Tropa, em português - Nele, a dúvida recai sobre a validade da antiguidade em detrimento da meritocracia (e vice-versa), devendo-se sim buscar o equilíbrio entre ambas.

Para isso, cita-se o caso de um oficial ao buscar e organizar novas instalações para a sua tropa, considerando que o local anterior não apresentava mais condições para tal. 

Após a recusa de ouros, um deles aceitou o desafio e se encarregou da missão. Com apoio de sua tropa, estando à frente exercendo grande liderança - além de colocar a mão na massa. Além disso, a relação próxima aos seus subordinados e a implementação de formas de trabalho reconhecidas como primordiais por seus homens e mulheres. Veja ainda: Sem medo de represálias - Agora?

Durante a inauguração, com o apoio de moradores, comerciantes e sociedade organizada, muitos viram que o esforço conjunto, com aquele oficial próximo ao seu efetivo, conquistou uma imensa vitória e comprovou que, em termos de meritocracia, o seu valor é imensurável.

Mas, se apenas a antiguidade for colocada como ponto de decisão - ignorando-se atos memoráveis em relação ao empenho individual, liderança e captação de resultados eficazes, como isso repercutirá na avaliação de seus subordinados?

Sim, pois a reflexão que persiste é que os méritos alcançados após carregar areia, cimento, piso, além de liderar e motivar... é um pé na bunda, ou melhor, um pied dans le culA pergunta primordial é: Entre Meritocracia e Antiguidade, qual é o ponto de equilíbrio?

  
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Por Dennis Guerra