'Coisa de jegue' - Suposta origem para a expressão policial

06/12/16 - Encaminhado por Inez Basso: Os policiais de outros estados e integrantes das Forças Armadas costumam estranhar o vocabulário dos policiais de São Paulo, especificamente por nomearem os que cometem erros de jegue e as atitudes impróprias de jegueiras.


A origem desse termo data da própria fundação da PMESP, pois dos 130 integrantes de 1831, 100 eram de infantaria e os outros 30 eram de cavalaria.

A recém criada força de segurança, entretanto, não possuía 30 cavalos, o que obrigava alguns milicianos a trabalharem montados em jegues. Como hoje todo policial quer trabalhar em uma viatura bonita, vistosa, naquela época todos queriam montar os cavalos e ficava a cargo dos superiores essa distribuição assim como hoje o CGP distribui as viaturas na preleção ou o comandante de companhia através da escala.

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Naquela época o critério  utilizado pelos superiores para distribuição de cavalos e jegues era a conduta do policial.  Aqueles que não davam novidade recebiam os cavalos e aqueles que bebiam, ficavam atrás de mulheres durante o serviço, dormiam, dentre outros, recebiam os jegues. Essa distribuição eram feita nominalmente:

José: cavalo 1 / João: cavalo 2 / Joaquim: Jeque 1 / Antônio: Jegue 2

Por isso a Polícia Militar de São Paulo e muitas Guardas Municipais utilizam essa gíria, que vem desde 1831. Fonte do texto: Whatsapp (Sem autoria identificada).


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Por Dennis Guerra