24 novembro 2016

Policial, o que você responderia à sua esposa (esposo) se a pergunta fosse "Você atiraria nele"?

24/11/16 - Por Dennis Guerra: Dias atrás, enquanto eu conversava com a minha esposa, ela de repente me questionou: "Se você estiver em serviço e se ver em uma situação na qual um bandido tenha uma arma apontada para você, você atiraria nele"? Bem, vale comentar que, naquele momento, ela assistia a uma reportagem que mostrava um policial sendo assassinado por criminosos e isso a deixou preocupada.

Veja também: Professora universitária expulsa aluno da sala de aula por defender policiais

Ao perceber a tristeza em sua voz, rapidamente eu respondi: "Lógico que sim. Não se preocupe quanto a isso. Nada de ruim vai acontecer. Não se preocupe". Mas faremos uma rápida pausa sobre esse assunto. Vamos falar agora sobre o que me fez relembrar a situação acima

Hoje uma foto me chamou a atenção e foi o que me fez lembrar aquela conversa. Não que a mensagem na foto - por si só - tenha tanta relevância, mas mostra o quão superficial são certas discussões baseadas em frases soltas.

Veja, a questão não é o debate em si, mas em quais pontos eles tem os seus verdadeiros alicerces. Sobre ele, eu comentei: 

"O debate que se inicia é interessante. Discordo da afirmação que 'bandido bom é bandido morto'. Mas vocês já se perguntaram por que parte da sociedade vive esse tipo de assunto? 1 - Falta educação básica de qualidade. 2 - Falta um sistema de segurança pública eficaz (Valorização e aperfeiçoamento das polícias / Judiciário / Legislativo e Penitenciário) e 3 - A sociedade reconhecer que ela faz parte desse processo. E, que muitas vezes, muitos dentre nós só querem um sistema que funcione aos outros. E devemos saber de quem realmente deveremos cobrar. Não adianta reclamar do aumento da passagem de ônibus com o motorista ou cobrador - e pior, continuar sentado, fingindo-se de sonolento e nem ao menos ceder o lugar a quem de direito. E, se nós não entendermos a importância de uma discussão mais aprofundada, frases soltas se perderão. Espero ter colaborado"!

Retornando à conversa com a minha esposa eu percebi - após o debate acima e a professora universitária expulsa aluno da sala de aula por defender policiais - que eu havia falhado com ela. Falhei ao lhe apresentar uma rápida justificativa à sua pergunta e angústia, com o objetivo de lhe trazer a tranquilidade novamente. Veja abaixo como seria a mesma conversa hoje:

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