Eles complicam o Enem - Por Fábio Campana

05/11/16 - Reprodução por Renata Guazzelli: As ocupações de escolas e institutos de ensino por estudantes em todo o País ganharam um tom ainda mais polêmico com a chegada do Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem, nos dias 5 e 6 de novembro. Veja também: PEC 241

Na terça-feira 1, o Ministério da Educação divulgou mudanças na realização da prova para 191 mil estudantes. Esta parcela, que representa 2,7% do total de inscritos, deverá fazer o teste nos dias 3 e 4 de dezembro. A adaptação planejada pelo Ministério custará R$ 12 milhões aos cofres públicos. O motivo da transferência é o movimento de ocupações de escolas em diversos estados, que afeta 364 locais onde seriam aplicados os exames. O ministro da educação, Mendonça Filho, afirmou que houve uma politização do Enem. “A escola é um espaço público, não se pode impedir um colega de ter acesso à educação.” O chefe da pasta também disse que as instituições partidárias têm se aproveitado do movimento. “Lamento o uso político de partidos ligados ao PT, PSol, PCdoB, com seus braços sindicais e organizações estudantis, que usam esse tipo de situação para gerar mais conflito dentro de um ambiente que exige cautela.”


Usados por grupos políticos contrários ao governo, estudantes que lideram as ocupações em escolas de todo o País obrigam o Ministério da Educação a transferir a data do exame e prejudicam 240 mil alunos. 

Os secundaristas, por sua vez, que desde novembro do ano passado lutam primeiro contra a reorganização escolar proposta pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e atualmente contra a Proposta de Emenda Constitucional 241 que estipula... Para saber mais clique AQUI. Fonte: IstoÉ


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