05 janeiro 2016

Ação da diretoria do Sindguardas-SP na Cracolândia - Buscando soluções

05/01/16 - Encaminhado por Uildson Moraes: A Diretoria do Sindguardas-SP esteve presente hoje (05/11) na região da Nova Luz, onde a Guarda Civil Metropolitana presta apoio à operação de braços abertos, uma iniciativa do poder público para a redução de danos no atendimento aos usuários de drogas. Veja também: Tema do Estudo: Condições de Trabalho na “Operação Braços Abertos - Crack é Possível Vencer - Por Jefferson Amaral Guerra

Mas não é dos usuários de drogas que a Diretoria do Sindguardas-SP pretende reduzir os danos, mas sim do profissional GCM que trabalha na operação, em jornada excessiva e com mínima ou nenhuma condição de trabalho. O apoio é prestado pelos profissionais das unidades da periferia e, para desenvolver o policiamento a partir das 07h00, algumas equipes precisam sair das unidades de origem por volta das 05h30. No encerramento, entre a rendição na operação e o deslocamento à unidade, as equipes podem passar de 15 horas trabalhadas. É uma jornada excessiva e exaustiva.


Além desta dificuldade, os GCMs não dispõem de instalação para descanso, refeições e higiene pessoal; ficam expostos às intempéries; dependem de favores para as condições mínimas, como água e banheiro; e durante as limpezas das ruas, ficam vulneráveis, podendo ser hostilizados pelos usuários de drogas, além da exposição às doenças contagiosas e mal cheiro do local.

Buscando soluções para estas dificuldades, a Diretoria do Sindguardas-SP, em diálogo com o Comando Geral da GCM, instalou para teste uma tenda (gazebo) de 3x3m, de fácil montagem e desmontagem, com a finalidade de abrigar o efetivo das intempéries. Quem vai avaliar se este é ou não o material adequado para solucionar o problema é o próprio efetivo escalado na operação, por meio de relatos aos encarregados de plantão e aos Diretores do Sindguardas-SP.


Se o material for aprovado pelo efetivo, atendendo aos objetivos, é de interesse do Comando Geral da GCM a aquisição de vários outros gazebos, para uso na operação e, quiçá, em todas as unidades da Guarda Civil Metropolitana. Para solucionar a questão da jornada excessiva, o Comando Geral está estudando adequar uma sugestão de um profissional da IR-MP, que visa um sistema de rendição às equipes de apoio e soluciona o problema.

Os GCMs que estão escalados na operação pela DEAC podem fazer uso do estacionamento onde fica o ônibus da corporação, como sugerido por um profissional da IR-JA. Todas as sugestões para melhorias são bem vindas. Nesse mesmo sentido, a Diretoria do Sindguardas-SP vai agendar reunião com as Superintendências de Operações e Planejamento, além dos Inspetores que estão à frente da operação, para buscar soluções pontuais para as demais dificuldades do efetivo na operação. Fonte: Sindguardas-SP


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