1958 - Manual de Instruções da extinta Guarda Civil de Minas Gerais

16/01/16 - Nesse ano (1958) a Guarda Civil recebe o novo Manual de instruções, com alterações em relação aos anteriores, onde busca se adequar a legislação e aspectos procedimentais de respeito ao cidadão, que entendo de relevância histórica. O autor Carlos Soares de Moura era o chefe do Departamento da Guarda Civil. Veja também: Banda sueca homenageia soldados brasileiros - Cobras Fumantes

"A conduta irrepreensível, no sentido moral, impõe-se à simpatia, ao respeito e à confiança, elementos que muito podem auxiliar o Guarda no cumprimento de sua missão, evitando-lhe muita vez, dificuldades e vexame”.

“Para progredir, é preciso, antes de tudo, compenetrar-se do valor da missão, da importância dos seus serviços, lembrando-se sempre que nenhuma profissão séria deve ser considerada simplesmente como meio de vida por quem a exerce, mas também como função social tão necessária como outra qualquer, e, por conseguinte, igualmente digna de respeito."

Obrigações Gerais

“Como homem precisa ser honrado, sem vícios, bem comportado, sensato, humanitário e atencioso, como guarda, deve ser cumpridor escrupuloso de todos os seus deveres, por mais insignificantes que estes lhe pareçam, tais deveres são inúmeros”.

Camaradagem

“Todos os Guardas devem manter entre si a máxima cordialidade e a mais íntima camaradagem. Cordialidade e camaradagem não autorizam, entretanto, as faltas cometidas por um Guarda em prejuízo do prestígio da autoridade e da corporação”. Para saber mais clique AQUI. Fonte: Amigos da Guarda Civil.



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Por Dennis Guerra