Luciana Verzaro e Vanessa Caram - Mulheres que merecem todo o nosso respeito e gratidão!

24/10/15 - Por Dennis Guerra: Agradecer seria muito pouco. Em certas situações, você fica sem as palavras certas para demonstrar a gratidão. Durante o mais recente fechamento de curso CTOPR - Curso de Técnicas Operacionais e Primeira Resposta, encontramos as senhoras Luciana Verzaro - Ex-Coordenadora do CFSU - e Vanessa Caram - Ex-Diretora Pedagógica. Veja também: CFSU apresenta o Curso CTOPR

Naquele momento de despedida, percebi os olhos da senhora Vanessa lacrimejados pela emoção da despedida. É fácil entender o porquê de tamanha emoção: foram tempos em que as ideias fluíram de forma a nos motivar ao trabalho e atendimento ao público-alvo.

CTOPR Turma VI - Confraternização ao final do curso. Foto: Ribeiro

Partindo de um ponto primordial, principalmente relembrando o papel fundamental do Inspetor Altair e outros que já não se encontram mais conosco nesse projeto (GCM 1° Classe Flávio Messias e GCM Classe Especial Uildson), elas souberam entender - mesmo não fazendo parte da realidade policial - que tipos de linguagem seriam necessárias para a construção de um curso voltado à realidade das ruas.

Independentemente de questões políticas, o ponto primordial deste texto é demonstrar, em nome de todos - afirmo isso em nome das pessoas com quem me relaciono - o grande sentimento de gratidão pelas inúmeras oportunidades de desenvolver tais projetos. Nem sempre podemos ser ouvidos em nossas expectativas sobre qual seria a melhor forma de abordar um tema ou colocá-lo em prática. Mas essas mulheres - mesmo dentro dos limites colocados à elas - nos permitiram isso.

O ideal mesmo seria apresentar a ideia geral deste artigo em vídeo. Dessa forma, a minha expressão, forma de falar, comportamento em frente à câmera e entonação de voz seriam complementos primordiais. Mas, como algumas pessoas me conhecem tão bem, talvez a forma mais apropriada para expor o meu pensamento seja limitando-me ao texto.

Muitas vezes nos dirigimos às pessoas que não fazem parte de instituições policiais como 'paisano', incutindo aí um certo conteúdo pejorativo no termo. Se eu pudesse encontrar mais 'paisanos' em minha vida com tamanha coragem de ouvir e entender como se faz um policial, eu seria o homem mais grato do planeta - principalmente quando tal paisano, na verdade, é uma mulher. Nesse caso, nós homens, deveríamos sentir ainda mais vergonha por não ter metade da coragem atribuída à elas.


Por enquanto eu faço parte disso. Até quando ninguém poderá prever. Até lá, o que aprendi será devidamente reiterado a cada etapa de minha jornada profissional e pessoal. Muito obrigado!

"Essa é a realidade deles. Deixemos que façam como deve ser feito" Vanessa Caram

De Castro, Luciana Verzaro, Inspetor Aldo, Vanessa Caram, Guerra, Roberta e Mariano. Foto: Daniele Pires.



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Por Dennis Guerra