06 janeiro 2015

Bizarrices na Segurança Pública - Procurando 'chifres em cabeça de cavalo'!

06/01/15 - Por Dennis Guerra: Um dos procedimentos policiais mais simples (em teoria) que existem refere-se à abordagem policial a outro policial (este último em trajes civis). Em casos assim, subtende-se que o averiguado entende todos os procedimentos, respeitando-os, assim como a equipe que realiza a abordagem teria maior tranquilidade para a sua realização. Sendo assim, estando com toda a documentação em ordem, libera-se. No caso abaixo, alguns policiais ainda perdem tempo de serviço e atendimento à população procurando chifres em cabeça de cavalo. Sem problemas: está tudo tranquilo por aí...





Fonte/imagem: WhatsApp


Veja o relato de um policial civil do Ceará em viagem aos Estados Unidos, onde foi tratado com o respeito merecido (o que não acontece no Brasil)


Peço que, ao menos os policiais, leiam na íntegra. Todos aqueles que são policiais, ou parentes de policiais, ou que têm uma capacidade mínima de perceber a real situação dos outros sabem a difícil realidade de desrespeito que nós, guerreiros anônimos, enfrentamos todos os dias. Os policiais civis têm, garantido por lei, o livre acesso a casas de espetáculo e diversão sujeitas à fiscalização pública. Tal fato não ocorre por se tratar de uma categoria privilegiada mas, sim, porque nós estamos 24h obrigados por lei (vide nosso estatuto) a agir quando necessário e, também, porque estamos investigando a todo instante... Quantos e quantos bons serviços já levantamos em nossa folga? Enfim... sempre encontramos dificuldade em exercer esse nosso direito e tal fato ocorre, tão somente, por não termos nenhum apoio. Críticas de lado, eu estou em New York City, nãoestou de serviço e muito menos no Brasil. Fui ao Rockfeller Center com fito de revisitar o "Top of the Rock", um observatório no topo do prédio onde é possível ver toda a cidade. Eu estava tranquilamente esperando para comprar meu ingresso para o dia seguinte (pois já estava esgotado para o dia 30) e, quando cheguei no caixa, saquei minha carteira, que também é meu "porta funcional" para pegar o dinheiro. Assim que o funcionário da bilheteria viu o brasão da Polícia Civil do Estado do Ceará, seguiu-se este diálogo:

Ele: O senhor é policial?
Eu: Sim, mas não aqui. Sou policial no Brasil.
Ele: Não importa. Quem arrisca a vida pelos outros é um herói não importa onde esteja. Nós não aceitamos dinheiro de policiais. Eu vou te dar um ingresso de convidado.
Eu: Muito obrigado.
Ele: Não. Muito obrigado.

Cara, é ridículo! Eu me emocionei. Ter de sair do seu país para que alguém lhe dê reconhecimento é lamentável. Fica o desabafo. Fonte: Amigos da Guarda Civil



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Dennis Guerra Contato Whatsapp 11 95580-1702

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