03 novembro 2014

Eduardo Bolsonaro diz a verdade: SP não é segura para policiais!

03/11/14 - Por Dennis Guerra: Enquanto Eduardo Bolsonaro - filho de Jair Bolsonaro - afirmou a Folha De S.Paulo que "... São Paulo não é segura para policial andar desarmado...", alguns casos curiosos vem ocorrendo com integrantes das forças policiais. 





Em São Paulo, na região Oeste, dois GCMs tiveram os seus veículos marcados com uma tinta prateada na parte traseira de seus veículos, próximo as lanternas. Em contato com um deles, o GCM demonstrou preocupação, pois o tipo de marcação poderia estar sendo feita por criminosos como forma de identificar os ocupantes do veículo.

Segundo uma linha de pesquisa, a marcação poderia não ser nada além de uma forma de comunicação entre usuários de entorpecentes, ao qual o significado seria bola mais um

Fonte/imagem: OCDGN - WhatsApp. Colaboração: Alex Brito e Eduardo Ribeiro.






Considerando o número de policiais covardemente assassinados e o posicionamento inescrupuloso do governador de São Paulo ao não reconhecer o problema (não deixando é claro, de citar os outros coadjuvantes da crise), é bom que você, policial, verifique a lataria de seu veículo - e a validade de suas munições. 


VEJA AINDA:
Como eu afirmei em Um sistema caolho, manco e inerte chamado Segurança Pública, uma pessoa de minha família sofreu uma tentativa de assalto semanas atrás. Hoje, ela estava chorando pelo trauma sofrido e não apareceu Juiz, Defensoria Pública, Político ou quem quer que fosse para lhe oferecer ajuda. Se para um policial a coisa está feia, imagina para os demais cidadãos de bem!

Curiosidade: Por dizer que 'juiz não é Deus', agente de trânsito indenizará magistrado do Rio de Janeiro

Por supostamente tratar de forma irônica a condição de um juiz, uma agente de trânsito foi condenada a indenizar o magistrado por danos morais. Ele havia sido parado durante blitz da lei seca SEM A CARTEIRA DE HABILITAÇÃO E COM O CARRO SEM PLACA E SEM OS DOCUMENTOS.
Ao julgar o processo, a 36ª Vara Cível do Rio de Janeiro condenou a agente a indenizar em R$ 5 mil o juiz João Carlos de Souza Correa, do 18º Juizado Especial Criminal, zona oeste da capital do Estado. Os fatos ocorreram em 2011.
De acordo com o processo, a agente L. S. T agiu de forma irônica e com falta de respeito ao dizer para os outros agentes “que pouco importava ser juiz; que ela cumpria ordens e que ele é só juiz não é Deus”. O magistrado deu voz de prisão à agente por desacato, mas ela desconsiderou e voltou à tenda da operação. O juiz apresentou queixa na delegacia.
A agente processou o juiz por danos morais, alegando que ELE QUERIA RECEBER TRATAMENTO DIFERENCIADO EM FUNÇÃO DO CARGO. Entretanto, a juíza Mirella Letízia considerou que a policial perdera a razão ao ironizar uma autoridade pública e determinou o pagamento de indenização.
A agente apelou da decisão em segunda instância. Entretanto, a 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio considerou a ação improcedente e manteve a decisão de primeira instância.
"Em defesa da própria função pública que desempenha, nada mais restou ao magistrado, a não ser determinar a prisão da recorrente, que desafiou a própria magistratura e tudo o que ela representa", disse o acórdão.
Processo 0176073-33.2011.8.19.0001
Fonte: Conjur. Matéria reproduzida em: Fan Page Apoio Policial - Facebook




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