27 novembro 2014

Bico - Uma realidade (maldição) que me persegue!

27/11/14 - Por Dennis Guerra: Lembra-se do texto O Bico e a Incrível Máquina de Clones que foi publicado neste site? Então, sinto essa realidade (maldição) cada vez mais   


próxima a mim, por mais que eu tente fugir disso. Por sinal, lembro-me agora de um outro artigo, um pouco mais antigo - Uma carta ao Fernando Haddad (Atualizado) - e uma passagem de outro texto, publicado em 2012. Veja abaixo: 

Hoje eu não vou escrever nada porque estou com 'preguiça'!


“... Não, o salário dele é muito baixo. O senhor deve saber que guarda municipal, policial militar e professor tem salários muito baixos. O que normalmente os salvam são algumas gratificações que vem relacionadas no hollerith”.

A afirmação acima foi feita pela funcionária do setor de crediário de uma grande rede de magazines no ano de 2012, quando tentei (e consegui, graças a escolha de outro equipamento) efetuar a compra de uma câmera. Equipamento esse que que utilizo em matérias do O Cão De Guarda Notícias.


Naquele momento, cheguei até a explicar que o policial militar ainda teria a Função Delegada a seu favor e a Educação tem lá a sua força..." Fonte: clique AQUI


O Texto final do plano de carreira está prestes a ser apresentado por Sempla


Fomos informados que o texto final está próximo de ser apresentado por Sempla, ainda esta semana teremos a reunião para apresentação do texto e assinatura do protocolo. Informamos a todos que durante este período de negociação, muito do que foi

pedido não foi aceito pelo órgão gestor, que alegou durante a toda hora falta de condições financeiras para a viabilização dos ajustes, principalmente a correta valorização do Base da Carreira e bem como alguns critérios de integração.

Cabe ainda informar que somente a representação na mesa de negociação não foi um instrumento suficiente para que maiores conquistas fossem alcançadas.



É necessário e prioritário a participação de toda a categoria em torno de um objetivo comum através de manifestações.

Consignamos que houveram muitos chamados da Abraguardas, para que pudêssemos nos organizar e expor nas ruas nossa indignação, mas a falta de cultura de participação do profissional da GCM é o também seu calcanhar de Aquiles, o que prejudica e prejudicará o processo de conquista de direitos trabalhistas.

Fato é que nas convocações se apresentaram poucos Guardas e na ultima convocada recentemente tivemos somente 6 guardas.


Não podemos aceitar que seja por falta de divulgação da convocação, pois cerca de 2000 guardas acessam diariamente este blog.

Nosso papel na mesa de negociação foi neste aspecto, do plano de carreira, muito mais como espectador do que como negociador, pois, as principais reivindicações não foram acatadas e a palavra final foi sempre do órgão do Governo.

Concluímos durante o processo de negociação, que os profissionais da GCM não foram valorizados em sua maioria, com o justo aumento financeiro capaz de corrigir as perdas acumuladas.


Bem como esta falta de valorização manteve o inicial muito aquém dos valores apresentados por outras carreiras de agentes de segurança publica, fato que se torna preocupante para a própria sobrevivência da instituição.

O plano é em sua sistemática de promoção futura um instrumento que traz as evoluções nos cargos quase que de forma automática, beneficio que nunca tivemos desde o inicio da GCM.

Mas na questão da integração que é a passagem dos cargos atuais para a lei nova, não foram contemplados alguns anseios de determinados grupos da GCM, os quais acreditamos serem anseios justos ou pelo menos justificáveis.

Todas estas questões foram largamente discutidas na mesa de negociação, onde se insistiu nos pontos requeridos pela base, mas como dito anteriormente a palavra final sempre foi de SEMPLA. 

Infelizmente

O negociador não descartou a possibilidade de revisão dos valores iniciais de carreira, mas vinculou este fato a melhoria na condição financeira das contas da cidade.

Sabemos que a questão não é somente financeira, mas politica, e este governo dá provas que não tem a revalorização do base da categoria como prioridade, a prioridade politica do Prefeito Haddad é com o seu plano de governo e com suas promessas eleitorais.

O que coloca a Guarda como segundo ou terceiro plano, somente com a organização dos trabalhadores, poderemos no ano que vem galgar uma revalorização, necessitamos da participação de todos, para que em um projeto único possamos nos fazer ser ouvidos nas ruas de São Paulo e por fim conseguir a valorização salarial justa e equânime com relação a media salarial dos agentes de segurança que trabalham na nossa cidade. 

Obrigado


Obs. Peço ainda que postem neste espaço sem ofensas ou palavrões, e informo que no post anterior a capacidade de postagem está completa, com mais de 200 posts, o que impede novos postados.

Fonte: Abraguardas

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