22 outubro 2014

Em tempos de anedota - Por Maurício Villar

22/10/14 - Por Maurício Villar: Certa vez havia um Capitão de Navios. Ele havia construído sua reputação em cima de 


histórias e quando as pessoas souberam que ele comandaria o belo navio chamado Aliado, foram tomadas de um otimismo e se entusiasmaram a chegar em Resplendor. O Navio Aliado, uma imponente nau Azul que sobrevivera a grandes tormentas tinha o estigma de que " se nele embarcar a lugar algum você irá chegar". Tinha as marcas das tormentas, rachaduras, infiltrações e faltavam botes e coletes Mas agora com o rotulado Capitão tudo parecia dar certo.

As pessoas então embarcaram pois queriam ir a Resplendor. Porém o Capitão tinha uma amada e que por ela, talvez, fizesse qualquer coisa. Brasília, o nome de sua amada, vivia em uma ilha que ficava paralela a Resplendor, porém para chegara a ilha o mar era furioso, exigiria muito do Aliado.


Começa a viagem, tudo parece lindo, pois antes não se podia andar sobre o convés, algo corriqueiro, mas que o Capitão anterior proibira, então os passageiros maravilhados com o navegar não percebiam que o Aliado parecia tomar um outro rumo, que não fosse Resplendor. Alguns tripulantes começam a enxergar que o rumo não é Resplendor e questionam o Capitão. Então este imediatamente substitui aqueles tripulantes por outros, menos qualificados que, ou não enxergam a mudança, ou se calam pois passaram a receber mais pela nova função. Os tripulantes que perceberam a mudança eram postos nos porões para ficar longe dos passageiros ou trancados a ferros quando externavam sua preocupação.
O Capitão recebera ainda uma ajuda substancial de um grupo de policiais que por ele tinham estima e algum interesse também e agora para todos que se opunham ele tinha o poder para esmagar caso não fosse atendido 100%
A essa altura os passageiros haviam percebido que Resplendor parecia distante e o Cinza das tormentas já se mostrava mais próximo. Então alguns começam a perceber que realmente o Aliado continuava com as mesmas marcas de tormentas passadas, faltavam botes e coletes, as rachaduras só aumentavam e o Capitão continuava a rumar por águas inóspitas. Só para que o Capitão pudesse chegar a Brasília.
Então... Fim da anedota.

Fonte: Facebook


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