O outro lado da Virada Cultural - Arrastões, crimes e muita violência

18/05/14 - SANTANA Jornalista: Estivemos pelas ruas de São Paulo e presenciamos centenas de Agentes da Guarda Civil Metropolitana, Polícia Militar, Polícia Civil, Bombeiros, SAMU, CET e Subprefeitura. Todos emprenhados na segurança e 



apoio aos munícipes presentes no mega evento da Prefeitura de São Paulo. Mas nessa reportagem, o nosso objetivo é divulgar o outro lado da Virada Cultural, ou seja, a onda de violência, arrastões e crimes que foram cometidos  durante o evento. Durante a tarde e principalmente à noite, foram observados diversos arrastões em todo o perímetro do centro novo e centro velho da cidade de São Paulo. 

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Haviam muitos marginais e delinquentes infiltrados na multidão com um único objetivo, praticar crimes, dentre eles: Roubos, Furtos, Agressões e depredações. Os marginais, estavam circulando em turbas de no mínimo 50 indivíduos, chegamos a presenciar um princípio de arrastão em que foi notada a presença de pelo menos 200 marginais.

Os agentes de segurança, tiveram muito trabalho para tentar minimizar essa onda de violência promovida por estes vândalos e marginais. Aproximadamente 200 marginais foram presos por agentes da Guarda Civil Metropolitana, Polícia Militar e Polícia Civil.


Foram registradas a ocorrência de pelo menos, 03 pessoas baleadas e 02 esfaqueadas, sendo uma senhora, um arquiteto e um adolescente, nas imediações da Rua Carlos de Souza Nazareth e Rua Xavier de Toledo. Todas as ocorrências estavam sendo encaminhadas ao 8°DP, 3°DP e 2°DP onde, foi observado um total caos, diante da quantidade de criminosos presos, policiais aguardando a elaboração do Boletim de Ocorrência e das vítimas, que na falta de lugar dentro das delegacias se amontoavam nas ruas e calçadas.

Mas tudo isso, já era esperado, mas infelizmente o poder público prefere maquiar esta crescente onda de violência mostrando apenas os shows e apresentações onde não ocorreram anormalidades, desta forma, omitindo da população o lado obscuro da Virada Cultural.

Na questão da elaboração dos Boletins de Ocorrência, o poder público, juntamente com a polícia civil poderiam criar delegacias itinerantes, próximas de todos os palcos, para com isso flexibilizar e agilizar a elaboração das ocorrências. Sem ter que fazer os policiais se deslocarem aos Distritos Policiais da área, ocasionando um total caos, horas de espera e muita confusão na elaboração das ocorrências pela Polícia Civil.

Outra medida observada foi a quantidade enorme de palcos em diversas regiões distintas do centro novo e centro velho, palcos estes sem nenhum tipo de controle de entrada e saída dos munícipes, facilitando a entrada e fuga dos marginais infiltrados na multidão.

Foi observado também que, os agentes de segurança, principalmente os agentes da Guarda Civil Metropolitana estavam escalados em sua grande maioria, no policiamento a pé por 12 horas ininterruptas, contrariando com isso questões coerentes de desgaste físico e psíquico. Onde que, em uma situação de necessidade ocorrida já no final da noite o agente já estaria esgotado fisicamente e não estaria em 100% para até mesmo agir ou se defender, de uma eventual ação das centenas de marginais dispersos pelo evento.

Os agentes de segurança efetuaram milhares de abordagens contra suspeitos em todo o perímetro do evento, onde foram presos vários marginais armados, tanto por agentes da Guarda Civil Metropolitana como por agentes da Polícia Militar.

Durante o evento, os agentes da Guarda Civil Metropolitana, juntamente com fiscais da Subprefeitura - Sé realizam milhares de apreensões de diversos produtos como: cervejas, vinho químico, alimentos e diversas outras bebidas alcoólicas.


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Por Dennis Guerra