2010 / 2017

"Para que o mal triunfe, basta que os bons não façam nada"
Edmund Burke

"O Cão De Guarda Notícias era uma janela para o mundo que esteve aberta entre os anos de 2010 a 2017, deixando agora um vazio enorme em meu coração" Por Dennis Guerra

25 outubro 2013

Equipe da Guarda Civil Metropolitana visita e apoia ação social do Maestro João Carlos Martins

25/10/13 - Por Adriano Duarte: Após constantes atuações da equipe da viatura P-70.623 (IR-Consolação/Pacaembu) no tocante aos atendimentos do programa de proteção às pessoas em situação de risco, em especial a um grupo de aproximadamente 15 crianças e adolescentes que se encontravam embaixo do viaduto pela Rua Álvaro de Carvalho (região central de São Paulo), em 23/10/2013 fomos convidados pelo Sr. Maestro João Carlos Martins a


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conhecermos sua ação social "A Música Venceu...", onde crianças e jovens são incentivados a conhecer o universo da música, adquirindo valiosos conhecimentos para a sua formação como cidadão. 


Demonstrando toda a sua grandeza como ser humano, dotado de humildade ímpar, o maestro agradeceu ao apoio prestado pela Guarda Civil Metropolitana, colocando-se à disposição para contribuir através da música para com o futuro das crianças e adolescentes que na maioria das vezes se encontram sem qualquer esperança e perspectiva de futuro profissional, vivendo à margem da sociedade nas ruas da nossa cidade.” 













Biografia 

João Carlos Martins ocupa um lugar ímpar no cenário musical brasileiro, tendo sido considerado um dos maiores interpretes de Bach do século XX pela crítica internacional, do qual registrou a obra completa para teclado.

Nasceu em São Paulo, no dia 25 de junho de 1940 e iniciou seus estudos de piano aos oito anos com o professor José Kliass, aos treze iniciou a sua carreira no Brasil e aos dezoito no exterior. 

Seus concertos no Carnegie Hall, após a sua estréia aos vinte e um anos em apresentação patrocinada por Eleanor Roosevelt, sempre tiveram lotação esgotada.

Suas gravações estiveram muitas vezes entre as mais vendidas e jornais como New York Times, Washington Post e Los Angeles Times sempre dedicaram reportagens entusiasmadas pela sua personalidade artística.

Abandonou definitivamente os palcos como pianista no ano de 2002 por problemas físicos.

É o único músico brasileiro que teve a sua vida registrada por cineastas europeus por duas vezes, Die Martin’s Passion, já, uma co-produção franco-alemã dirigida por Irene Langman, assistido por mais de um milhão e meio de pessoas na Europa e vencedor de vários festivais internacionais, e Revêrie dos cineastas belgas Johan Kenivé e Tim Herman.

Há seis anos iniciou os seus estudos de regência. Apresentou-se com sucesso em Londres, Paris e Bruxelas como regente convidado, imprimindo em suas interpretações a mesma dinâmica que o fez quando pianista. 

Há cinco anos fundou a Bachiana Filarmônica e desenvolveu um trabalho com adolescentes através da sua Bachiana Jovem. Criou a Fundação Bachiana, cujo tema é a arte e sustentabilidade. As orquestras foram unificadas e formam a Filarmônica Bachiana SESI-SP. 

Hoje, aos 71 anos, construiu uma sólida carreira com a sua Bachiana Filarmônica SESI-SP, a primeira orquestra brasileira a se apresentar em janeiro de 2007 no Carnegie Hall, feito repetido em 2008.

João Carlos e sua Bachiana retornaram a Nova York em 2009 e 2010, desta vez no Lincoln Center, levando mais uma vez o nome do Brasil para platéias internacionais. Em 2011 voltou aos Estados Unidos, com concertos no Broward Center em Fort Lauderdale, e no Avery Fisher Hall do Lincoln Center em Nova York, levando desta vez como convidados ritmistas da Escola de Samba Vai-Vai, e juntos mostrarão em concertos emocionantes, a influência africana e sua contribuição definitiva para os africanos, quando escravizados no Brasil, contribuíram definitivamente para a formação de nossa identidade musical.




O pianista

“Um homem nascido para fazer grandes coisas ao piano”
Washington Post

“Um dos mais importantes pianistas do mundo...”
New York Times

“Um romancista estaria sob grande pressão se levado a inventar uma vida mais implausível do que a do brasileiro João Carlos Martins. Trata-se de uma estória de aclamação pública e tragédia pessoal, de traumatismo físico e recuperação obstinada. Além da música, essa estória abraça intriga política e escândalo financeiro.”
New York Times

“Primeiro havia Glenn Gould... Agora há João Carlos Martins, um pianista brasileiro cuja estória de Vida pode ser ainda mais fascinante.”
New York Magazine

“O mais emocionante intérprete de Bach ao piano moderno a surgir desde Glenn Gould.”
Boston Globe

O maestro

“Martins parece possuído, livre, hipnotizante de uma forma até demoníaca. Suas interpretações são fulgurantes.”
Le Figaro


"A Música Venceu..."

A Fundação Bachiana iniciou, sob a coordenação do maestro João Carlos Martins, um trabalho de musicalização para crianças e jovens em cidades do interior e bairros das grandes capitais.

Num primeiro momento, o nosso foco principal neste tipo de ação é o ensino da música. Através da musicalização aproximamos um novo público deste universo maravilhoso e temos a perspectiva de, em primeiro lugar, formar um novo público apreciador da música clássica. Em seguida, de que muitas destas crianças e jovens possam vir a ter a música como uma forma de expressão pessoal, sem que isso seja, ainda, um ofício ou profissão. Num momento seguinte, esperamos formar profissionalmente jovens e crianças que venham a ter a música como profissão. Finalmente, e tão



importante quanto qualquer das situações anteriores, temos o objetivo de descobrir talentos musicais, tais quais diamantes a serem lapidados, e que através da sua arte trarão muito orgulho ao nosso País.

Hoje aprendemos a diferenciar aqueles que poderão fazer parte de uma platéia, aqueles que terão a música como hobby, aqueles que poderão ter um objetivo semi-profissionalizante ou profissional e, finalmente, aqueles que receberam um dom de Deus, fazendo parte de um pequeno grupo de diamantes a serem lapidados.

Como decorrência da musicalização, e independentemente do progresso musical da criança ou jovem, nosso trabalho contribui imensamente para a formação do indivíduo, pois seu aprendizado requer disciplina, coordenação motora, concentração, atividade colaborativa e participativa, habilidades fundamentais na formação do cidadão.

Acreditamos no potencial dos nossos jovens, e estamos certos de estar colaborando com a formação de uma sociedade melhor.




Edição e imagens: Adriano Duarte


Participaram da ação e da matéria: GCM 1ª Classe Dorival, GCM 2ª Classe Dirceu, GCM 2ª Classe Paulo Renato e GCM 2ª Classe Duarte.

Fonte: Blog do GCM Duarte

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